segunda-feira, 17 de maio de 2010

ENCONTRO DOS GOESES BEIRENSES E SEUS AMIGOS


ENCONTRO DOS GOESES BEIRENSES E SEUS AMIGOS
29 de Maio de 2010 – Quinta da Valenciana- Fernão Ferro


Programa:
Além do habitual jantar de confraternização, vamos ter a intervenção do Dr. Fernando Nobre, presidente da Fundação AMI e a conceituada fadista goesa Sónia Shirsat directamente de Goa para actuar na nossa Festa.

Entre outras surpresas, a animação estará a cargo de Gonzaga Coutinho e a sua banda.
A pintora Srª Lurdes Noronha exibirá uma exposição de quadros da sua autoria.

Como habitualmente, será sorteada uma viagem a Goa, entre os presentes.

Esperamos por si.

Outras informações e reservas serão pelos seguintes contactos:
REINALDO SÁ – 961 431 328
GONZAGA COUTINHO – 969 020 673

CANTO DO ELFO


Os Elfos são seres tímidos sensíveis inocentes e nobres de espírito....
Sabem cantar, dançar fazer teatro, vestir-se elegantemente
e produzir maravilhosas obras de arte de teia de aranha,
de orvalho e do brilho do luar...

Hans Christian Andersen





quinta-feira, 8 de abril de 2010

DIA MUNDIAL DA SAUDE






SAÚDE DO “EU” DEPENDE DO BEM-ESTAR DA “EMBALAGEM”

OU VICE-VERSA.

A SAÚDE TEM CINCO LETRAS
TAL COMO OS DEDOS DA MÃO
E CINCO SÃO OS SENTIDOS
DIZ-NOS A VOZ DA RAZÃO,
QUE:
SORRIR FAZ BEM À SAÚDE
MAS SÓ SE TIVER SENTIDO
PORQUE UM SORRISO FORÇADO
É UM SORRISO VENDIDO.

SE A SAÚDE NÃO SE COMPRA
UM SORRISO NÃO SE VENDE
TER SAÚDE E SER FELIZ
É ISSO QUE SE PRETENDE.

SAÚDE, BEM-ESTAR E VIDA DE QUALIDADE
SÃO PROMESSAS DOS ELEITOS
PORQUE DEFENDEM CONCEITOS
ONDE NÃO CONSTA A IGUALDADE.

POR ISSO AMIGO, AMIGA
CAMARADA, COMPANHEIRO
LUTA PELO QUE ACREDITAS
QUE A SAÚDE ESTÁ PRIMEIRO.
ARFER

DIA DA MULHER MOÇAMBICANA







HOJE 7 DE ABRIL É O DIA CONSAGRADO À MULHER MOÇAMBICANA

DATA DA MORTE FÍSICA DE UMA MULHER QUE LUTOU PELA SUA EMANCIPAÇÃO


Josina Machel (em solteira, Josina Muthemba) foi uma das jovens que na juventude fugiu de Moçambique para se integrar na Frelimo e lutar pela independência do seu país. Em 1969, Josina casou-se com Samora Machel Primeiro presidente de Moçambique, a quem deu um filho, mas morreu no dia 7 de Abril de 1971, vítima de doença. Com a independência de Moçambique, este dia foi consagrado como o Dia da Mulher Moçambicana.

Malangatana Valente Ngwenya, DEDICA GRANDE PARTE DA SUA OBRA À mulher MOÇAMBICANA e nesta frase revela o seu sentir “não estou desiludido com a mulher com quem casei. Ela é superior a mim".

quarta-feira, 10 de março de 2010

"PENSANDO NO TEMPO"



PENSANDO NO TEMPO

Pensando no TEMPO…
Mas que Tempo???
Que espaço, que volume,
Que distância tem o Tempo?
Alguém sabe quanto Tempo tem o Tempo?
O Tempo passa, o Tempo voa, o Tempo tarda.
Não há tempo para pensar no Tempo,
nem sentir a importância do Tempo
em cada um de nós.
Se todos temos um Tempo diferente,
e temos dele uma noção desigual.
Se na espera o tempo se prolonga
e nos bons momentos é lesto.
Se a vida é intensa o Tempo é curto.
Afinal o que é o Tempo,
Senão o parecer dos nossos sentidos.
O Tempo é uma estrada, onde a
Velocidade é variável.
É o princípio e o fim,
Onde o presente e o passado
Se confundem com o futuro.
Contudo o Tempo existe,
Tem uma dimensão uniforme e variável,
Tal qual a Identidade de cada Homem.

ARFER….

terça-feira, 9 de março de 2010








Portugal em África / Moçambique

A colonização africana, levada a cabo pelos portugueses, foi um processo relativamente lento. Depois das campanhas do Norte de África, em meados do séc. XV, dão-se início às viagens exploratórias da Costa Ocidental Africana. Assim vão-se estabelecendo feitorias ao longo da orla marítima da Costa Ocidental de Africa e construindo algumas fortificações militares, como o Castelo da mina no Golfo da Guiné, que mais tarde serviria como bases de apoio ao “ caminho marítimo para a Índia”, cujo objectivo se atingiu em 1498.
Durante séculos a relação com esses povos africanos, baseava-se no comércio e na evangelização, umas vezes de forma pacífica e outras de forma violenta.
Com a colonização das Américas, houve incursões ao interior, principalmente na Costa Ocidental, tendo em vista o recrutamento de braços de trabalho baratos, ou ainda a captura de indígenas com destino ao comércio de escravos, na maior parte das vezes fornecidos por chefes tribais, a troco de quase nada.
Porém, na costa Leste, a do Indico, que vou contextualizar neste trabalho, onde a perniciosa influência dos Europeus, se fez sentir, nos povos que lá viviam, no limiar do séc. XVI, quando a 2ª Armada Portuguesa, a caminho da Índia, por lá passou.
Antes, porém, sempre houve contactos com outros povos, árabes, africanos e asiáticos, principalmente chineses.
Escritos árabes do Sec. X, confirmam a existência de contactos comerciais com os povos do extremo sul do canal de Moçambique, designado por “Bilad as Sofala”.
Segundo relatos árabes e chineses, armadas constituídas de grandes barcos vindos do Império Chinês faziam comércio regular com as prósperas cidades da Costa Oriental de Africa. É, contudo, no período MING que atingem maior intensidade, em fins do Sec. XIV e durante quase todo o Sec. XV. Só três séculos depois os europeus construiriam navios de tal tamanho.
Por razões que são do foro da história chinesa e não da história africana, em fins do Sec.XV o então imperador chinês ordenou o encerramento de todos os estaleiros e a destruição de todos os barcos, mandando prender todos os marinheiros que neles navegassem.
Daí que a presença dos quatro pequenos navios, num porto que devia ter sido Quelimane, não causassem espanto, já que navios bem maiores os tinham visitado. O que acharam notável, foi terem vindo do Sul.
Passaram Kilwa e Mombaça, cidade grande e rica, de casas brancas, tão grande quanto Lisboa. De Kilwa escreve Duarte Barbosa em 1501 “ Kilwa é uma cidade mourisca com muitas e belas casas de pedra e cal, com muitas janelas à nossa moda, muito bem ordenadas as ruas.” Três séculos depois um poeta Swahili escrevia “ os nichos onde se ostentavam porcelanas, criam agora uns filhotes, as aves bravias.”
Depois destas visitas, Vasco da Gama encontra em Melinde um piloto que levará os portugueses até à Índia (Calecute).
Na 2ª viagem (1502), Vasco da Gama, desta vez com uma esquadra de mais de 20 navios, impõem que seja pago um tributo anual, em oiro, ao Rei de Portugal e obediência futura. Não vendo cumprida a sua ordem e encontrado resistência, ataca Kilwa, Mombaça, Zeila e Brava. Conta Duarte Barbosa:-“ Os portugueses destruíram tudo, chacinando grande parte da população e levando alguns cativos..”. Noutro documento, uma carta do Rei de Mombaça ao Rei de Melinde , ao voltar à cidade..”Nem uma coisa viva, homem ou mulher, velho ou novo, nem sequer uma criança por mais pequena. Todos os que não tinham conseguido fugir a tempo, tinham sido mortos ou queimados.”
Duzentos anos passados, nos Séculos XVII a XIX, a Europa tinha evoluído na Indústria, no Comércio e na Ciência, a Africa não só não evoluiu em paralelo, como voltou atrás no tempo.
O tráfico de escravos atingiu uma escala tal, que se tornou degradante. Era necessário propagandear que o escravo preto era sub-humano, selvagem e desenraizado. Os estuários do Limpopo, do Rovuma e do Zambeze passaram a ser porto de embarque de escravos, com destinos vários, em vez de bens de uso e consumo. Moçambique passou a ser território fornecedor de escravos para as colónias inglesas, francesas e para o Brasil, em menor escala.
Até que, em fins do Sec. XIX, a Europa industrializada decidiu retalhar o Continente Africano, segundo os seus interesses. A Portugal coube o território (com fronteiras definidas) que é hoje Moçambique.

ARFER

sexta-feira, 5 de março de 2010





No dia 8 de Março do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". Em 1977, as Nações Unidas proclamam o dia 8 de Março como o: Dia Internacional dos Direitos da Mulher e daPaz.

2010 Ano que marca o centenário da implantação da República, proclamada a partir
da varanda dos Paços do Conselho da cidade de Lisboa, em 5 de Outubro de 1910.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Livros que..

















Livros que rompem clausuras, redesenhando as fronteiras do "Nós"

e estabelecendo contrastes com o "Outro"....